Quinta, 13 ago 2020
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História

A história do CAL Bariri começa no dia 16 de dezembro de 1943, quando foi fundado na cidade de Lençóis Paulista o Clube Atlético Lençoense. A nova equipe foi registrada no ano seguinte na Federação Paulista de Futebol e sua primeira equipe foi montada com jogadores vindos do bairro do Cambuci, em São Paulo.  

Poucos anos depois, o Lençoense formou o elenco considerado o melhor de sua história. Formado por Bertolucci, Miparato, Limão, Belfari, Irmo, Abílio, Davi, Mano, Didi, Renatinho da Barra, Tite, Ruy, Pedrinho, Radamés, Pernambuco, Besouro e Henrique, entre outros craques, realizou excursões pelo interior do Paraná e de São Paulo. Os resultados positivos deram ao elenco o apelido de “Demolidor da Sorocabana”. Mas com recursos financeiros limitados, o elenco desmanchou-se.

 

Passaram pelo Clube Atlético Lençoense grandes nomes do futebol brasileiro como o meia Didi, inventor da "Folha Seca" e bicampeão do mundo pela Seleção Brasileira em 1958 e 1962, além do goleiro Marcos, ídolo do Palmeiras e titular do time pentacampeão mundial em 2002.

 

A primeira participação da equipe em um campeonato profissional da Federação Paulista de Futebol deu-se em 1958, quando o clube disputou a Terceira Divisão do Campeonato Paulista (equivalente a atual Série A3). A equipe ficaria de fora no ano seguinte para voltar, em 1960, na recém-criada Terceira Divisão (equivalente a atual Segunda Divisão).

 

Naquele ano, o clube conseguiu o acesso para a Segunda Divisão (A3), que disputou em 1961. Apesar da ascensão, o clube ainda estava muito longe da elite do campeonato e, não tendo como manter-se economicamente, licenciou-se do futebol profissional. Com exceção de uma breve passagem pela Terceira Divisão (Segunda) em 1966, o clube passou 27 anos desativado.

 

Em 1981, o clube voltou ao profissionalismo e participou mais uma vez da Terceira Divisão (A3). Em 1983, na terceira vez inscrito no torneio, o Lençoense conquistou sua maior glória ao ser campeão da Terceira Divisão, garantindo uma vaga inédita na Segunda Divisão (A2) em 1984.

 

Em 1988, o clube de Lençóis Paulista chegou ao quadrangular final da Divisão Especial (A2) e esteve muito próximo de conquistar o acesso à Primeira Divisão (A1) do Paulistão. Em seu grupo estavam Bragantino, Corinthians de Presidente Prudente, Marília, Ferroviário de Itu e Marília. O Lençoense ficou em segundo na chave, atrás apenas do Bragantino, que acabou sendo o promovido.

 

A última partida do clube na Divisão Intermediária (A2) ocorreu em 1991. Desde então, a equipe entrou em uma espiral descendente, sendo rebaixado do segundo para o quinto nível em cinco anos. Com problemas financeiros, o clube alterou períodos de atividade e licenciamento, sempre na já extinta Série B-1B. Com o fim desta competição, o Lençoense ficou automaticamente integrado à Segunda Divisão, quarto nível do futebol em São Paulo, torneio que vem disputando desde 2005.

 

Em 2009, o Lençoense sofreu uma grande reestruturação, mudando-se de Lençóis Paulista para a vizinha Bariri, a cerca de 80 km da cidade de origem. No processo, mudou seu nome para Clube Atlético Lençoense/Bariri – CAL Bariri – e também adotou novo escudo, uniforme e mascote. Esta será a primeira vez que a cidade de Bariri tem um representante em um campeonato profissional da FPF desde que o Sport Club Resegue disputou as divisões inferiores, na década de 1960.

Ficha Técnica
CAL Bariri
Endereço
R. Coronel Joaquim Anselmo Martins nº 1577 - Centro - Lençóis Paulista/SP - Cep: 18682-050
WEb site oficial
Fundação
16/12/1943
Estádio Mandante
Bariri
Mascote
A primeira mascote oficial do CAL Bariri, quando este ainda chamava-se Lençoense, foi um feroz cão da raça pitbull. Em 2006 ocorreu a primeira mudança, passando a equipe a ser representada por um simpático dálmata. Em 2009, com a mudança da equipe para a cidade de Bariri, houve nova modificação. Inspirada pela lenda da Fênix – ave mitológica que, segundo uma versão, para assegurar sua descendência, quando sentia a proximidade da morte, fazia uma espécie de ninho com ervas aromáticas e mágicas; com o calor do Sol, incandescia, instalava-se em seu centro; das cinzas surgia uma nova fênix – a diretoria do clube adotou a ave que representa o renascimento como novo símbolo, criando assim a Fênix Paulista, em Bariri.